quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Frescura, infantilidade, teatro.

Aquele amor que foi construído com o tempo, foi sendo aceito aos poucos, com bastante dificuldade e que você via como capaz de superar qualquer coisa, foi transformado em frescura, em infantilidade e em teatro, enquanto você já fala de amor para outra pessoa que mal entrou na sua vida.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Dê-me amor.

Dê-me amor como ela
Porque, ultimamente, eu tenho acordado sozinho
A dor espalhou lágrimas na minha camisa
Eu disse a você que os deixaria ir

E vou lutar pelo meu canto
Talvez hoje à noite eu vá chamar você
Depois que o meu sangue se transformar em álcool
Não, eu só quero abraçar você

Dê um pouco de tempo para mim, vamos queimar isso
Vamos brincar de esconde-esconde, para virar esse jogo
Tudo que eu quero é o gosto que seus lábios permitir
Oh, por favor, dê-me amor. 

Dê-me amor como nunca antes
Porque, ultimamente, eu tenho desejado mais
E faz algum tempo, mas eu ainda sinto o mesmo
Talvez eu deveria deixar você ir

Você sabe que eu vou lutar pelo meu canto
E que esta noite vou chamar você
Depois que o meu sangue estiver se afogando em álcool
Não, eu só quero segurar você

Dê um pouco de tempo para mim, vamos queimar isso
Vamos brincar de esconde-esconde, para virar esse jogo
Tudo que eu quero é o gosto que seus lábios permitir
Oh, por favor, dê-me amor. 

Dê um pouco de tempo para mim, vamos queimar isso
Vamos brincar de esconde-esconde, para virar esse jogo
Tudo que eu quero é o gosto que seus lábios permitir
Oh, por favor, dê-me amor. 

Give me love - Ed Sheeran. 

Nothing more than this.

The only think that I can handle now is be one of your mates. Not your friend, not your ex, just nothing more than this. 

domingo, 2 de agosto de 2015

Pedido silencioso.

Incômodo. 

Talvez essa seja a palavra mais adequada para o momento. 
Talvez eu sinta isso, ou talvez eu sinta que sou isso, ou talvez eu realmente seja isso.

Um incômodo que está incomodada, e por isso é um incômodo. 

O quão irônico isso é? Ou o quão certo, talvez?
A verdade é que eu não sinto mais que faço parte disso tudo. 
O sentimento de missão cumprida está me rondando, e o de "eu não faço mais parte disso" está decaindo sobre os meus pensamentos há um tempo. 
Na verdade, eu até me esforço para continuar fazendo parte de tudo isso. Não é fácil ter que fingir que nada está acontecendo ou que eu estou totalmente confortável com essa situação.
Que eu não tenho direito nenhum de me intrometer? Isso é óbvio. Se eu quero me intrometer? O coração pede que sim, pede que eu te traga de volta, mas a cabeça diz que não.

Você finalmente encontrou alguém livre de regras.

Mesmo assim, eu ainda não posso conviver com isso. Não posso mentir pra mim mesma e nem pra vocês e dizer que está tudo normal. Eu não posso simplesmente arriscar fazer você ter que contar pra ela o por que de eu estar chorando depois de ter visto uma cena entre vocês. Não posso fazer isso com você. 

E por isso, o incômodo. 

Acredito que, talvez, nós não deveríamos ter acontecido mesmo, e que isso pode ser um aprendizado para o futuro. Ou talvez isso seja mais um sinal que mostra que eu não faço mais parte disso.
Talvez eu tenha embarcado nessa apenas para conseguir esse aprendizado, e agora eu deveria deixar o navio. Porém, não posso abandonar tudo no meio do caminho. Não seria covarde a esse ponto. 

A convivência está numa linha bem fina, prestes a romper.

Eu espero conseguir enrolar mais cabos e que os anjos sejam o socorro necessário para que se possa fazer uma ponte, porque eu estou andando sobre uma linha de nylon que pode ser rompida a qualquer movimento brusco. De todo o coração, eu estou fazendo o que posso para conseguir manter tudo equilibrado e em paz, mas eu gostaria de um pouco de ajuda da sua parte também. 

E esse é o meu único pedido silencioso.